11 de janeiro de 2009

parar à luz vermelha do semáforo



talvez um não fosse suficientemente visível...

8 de janeiro de 2009

5 de janeiro de 2009

fora do prazo


fora do prazo, porque deveria ainda ter sido em 2008,

mas a urgência das férias e a repulsa informatica que o descanso em mim provoca, originou este pequeno retardamento.

pode não parecer, mas esta é a entrada daquela que foi a minha última escola.

felizmente já só a frequentei por motivos administrativos, tendo lectivamente apenas frequentado o anterior espaço conventual.

definitivamente, assim é impossível crescer com as ideias no lugar. ainda para mais, hoje acabei de ler um trecho do diário da viagem de Fernando Távora aos USA, em 1960, onde o mesmo relata a sua visita a Taliesin, e a relembra como exemplo supremo da integração do trabalho do homem na natureza, consolidando tudo como uma obra total.

Quando vejo esta imagem da portaria da faculdade de arquitectura da universidade técnica de lisboa, não posso deixar de pensar, tal como Távora, que "...o caminho não é exactamente este e que os anos passam..."

23 de dezembro de 2008

meias juntas

a concepção arquitectónica obedece aos mais variados critérios, e é sempre muito pessoal.

por vezes previlegiamos a integração no "território" - um palavrão;

outras vezes temos uma abordagem mais matemática, e assumimos um "módulo" - outro palavrão;

há quem tenha também uma abordagem mais pura, evidenciando os elementos nas suas funções primárias, sejam estruturais, de revestimento ou de preenchimento, com uma resultante "brutalista" - mais um palavrão;

e também há quem privilegie a forma do objecto arquitectónico, mais ou menos curvilíneo, num atitude "escultural" - o último palavrão do dia.

mas por que raio se esquecem sempre das juntas de dilatação?...



22 de dezembro de 2008

saudades da praia 2



poderia simplesmente ser sem palavras, mas não resisto... as letras pedem para ser escritas, e o desejo de me conter não é suficiente para as suster.

21 de dezembro de 2008

rampas



para quem pense que surgem por necessidade, há sempre quem as aplique apenas pelo prazer visual de as ver...

20 de dezembro de 2008

saudades da praia


são as pequenas coisas, os pequenos objectos, ou os cheiros, que avivam a nossa memória.


esta pedra fez-me lembrar a praia... qual praia?

A praia!